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Por outro lado, Moçambique tem testemunhado avanços econômicos em várias frentes. O país tem se destacado no setor de energia, com investimentos significativos em projetos de geração de eletricidade e exploração de recursos naturais.
Desafios e oportunidades
Embora haja progressos econômicos, Moçambique também enfrenta desafios sociais em termos de desigualdade, infraestrutura e acesso a serviços básicos. No entanto, muitos observadores acreditam que o país possui um potencial significativo para enfrentar esses desafios e abrir novas oportunidades de desenvolvimento.
"Moçambique tem uma base sólida para impulsionar o crescimento econômico e melhorar as condições de vida de sua população. É essencial que o governo e as partes interessadas se unam para abordar os desafios e aproveitar as oportunidades que se apresentam." - Economista Internacional


1.0 Introdução
As Rádios Universitárias (RUns) desempenham um papel vital nas dinâmicas acadêmicas, comunitárias e institucionais das universidades, funcionando como canais de comunicação essenciais entre as instituições de ensino superior, os estudantes e as comunidades ao seu redor. Estas rádios surgem como uma extensão natural das instituições acadêmicas, oferecendo um espaço único para a promoção de atividades pedagógicas, culturais e sociais, sendo instrumentos de aprendizado prático para os alunos e veículos de interação com a sociedade. Além disso, as Rádios Universitárias também têm se destacado como ambientes importantes de experimentação para o desenvolvimento de habilidades técnicas e profissionais em áreas como comunicação, produção, locução, e gestão de mídia. No entanto, embora a sua presença seja marcante em muitas universidades, a ausência de uma Rádio Universitária na Universidade Pedagógica de Maputo (UPM) constitui uma lacuna que precisa ser analisada e entendida, dado o seu potencial impacto na formação dos estudantes e no engajamento da instituição com a comunidade.
Reitor Jorge Ferrão felicita atletas
As briosas atletas de voleibol da UPM acabam de vencer, com mérito e carácter, o jogo desta manhã, Domingo (21), frente à formação do Spikings Stars do Botswana, a mesma que havia sido derrotada na última final em Gaborone. Resultado final 3 –1. Bronze para Moçambique. As nossas meninas voltam ao pódio. Pode não ser o lugar mais alto desta vez, mas continua a ser um lugar nobre, digno e profundamente orgulhoso. Mostraram raça, disciplina, espírito de equipa e a capacidade rara de superar a tristeza e transformar desafios em conquistas.
São campeãs no jogo, na atitude e na forma como representam o país e a UPM. Auguramos uma segura e excepcional viagem de regresso a Moçambique amanhã. Aqui estaremos, de braços abertos, para vos receber, felicitar e celebrar de forma efusiva e alegre
este feito que honra o desporto universitário nacional. Parabéns, meninas. Moçambique orgulha-se de vocês.


Decorreu na manhã desta terça-feira, 3 de Março, na Sala de Grandes Actos da Universidade Pedagógica de Maputo (UP-Maputo) um encontro de trabalho entre a delegação da Universidade de Tallinn, Estónia, encabeçada pelo seu reitor, Prof. Doutor Tonu Viik, e UP-Maputo, liderada pelo reitor Prof. Doutor Jorge Ferrão.
O frente a frente entre estas duas instituições de ensino superior visava buscar áreas de interesse comum para a cooperação entre as duas universidades que tem na sua génese, a formação de professores. É de interesse da UP-Maputo cimentar o seu programa de internacionalização com a universidade da Estónia olhando para o desenvolvimento tecnológico, principalmente nesta era digital.
A Universidade de Tallinn, na sua nova configuração, foi estabelecida em Março de 2005 como resultado da fusão de várias universidades e instituições de pesquisa em Tallinn, a capital da Estónia. Esta universidade faz parte do grupo das quinze melhores instituições da Europa Emergente e Ásia Central pelo número de professores internacionais. (X)
Por: GCI – UPM





I. Status de Sistema de Gestão de Stock do Património: 40%
II. Sistema de Gestão de Memorandos:
1. Existe e foi terminado em Vanilla e pode ser utilizado.
2. O processo corrente é de reestruturação para framework.
Proposta: Especificar que o sistema já existe e o que está a acontecer agora é mesmo refactorização
III. Criação da página de ética: 100%
IV. Desafios e Recomendações
a. Elaboração de um documento normativo sobre o desenvolvimento e hospedagem de documentos?? desenvolvidos fora do CIUP;
i. Documentos ou Sistemas/Páginas?
V. Observações
Talvez mencionar aqui que o sistema de gestão de memorandos na verdade existe e está completado. O que está a acontecer agora é simplesmente a refactorização. O Sistema continua a ser v2.
VI. Anexos:
a. Diligence: Deve aparecer?
Autor: Daniel Bila

Autor: Desconhecido

No seguimento da implementação do Projeto MozSkills (Formação de Professores em Metodologias STEM – Ciências Tecnologia, Engenharia e Matemática – sigla em inglês), a Universidade Pedagógica de Maputo (UPM), através das Faculdades de Ciências Naturais e Matemática (FCNM) e de Engenharias e Tecnologias (FET), realizam entre os dias 18 e 20 de Fevereiro, a actualização metodológica de professores de Ciências Naturais, Matemática e Tecnologias de diferentes instituições de ensino Técnico, Secundário Geral, Formação de Professores e Escolas Primárias da Cidade de Maputo.

Num contacto com o Prof. Doutor Arsénio Mindú, director da FCNM e coordenador do Projecto, ficamos a saber que a formação incide em matérias de Metodologias Activas centradas no aluno, no contexto de ensino e STEM, incluindo o uso de kits de experiências de Ciências e Robótica.

O Professor Mindú acrescentou ainda, que a capacitação se insere na parceria estratégica entre a UPM e o Ministério da Educação e Cultura, visando o reforço da capacidade metodológica dos professores nos vários subsistemas de ensino para responder aos desafios actuais da qualidade de ensino com particular atenção para as áreas STEM, recorrendo a metodologias activas que permitem desenvolver competências voltadas para a resolução de problemas reais do país e inclusão de género.

A formação de três dias, iniciou nesta quarta-feira (18) e termina amanhã, sexta-feira (20) no Campus da UPM, em Lhangune, no período das 8h e 12h.
GCI - UPM

Num esforço de internacionalização constante da universidade, o reitor da Universidade Pedagógica de Maputo (UP-Maputo), Prof. Doutor Jorge Ferrão, recebeu em separado, na tarde de terça-feira, 17 de Fevereiro, a Encarregada de Negócios dos Estados Unidos de América (EUA) em Moçambique, Abigail Dressel, e o Representante Residente da JICA em Moçambique, Otsuka Kazuki.

No encontro que decorreu na reitoria da universidade, a diplomata estadunidense apresentou três linhas bases de apoio ao país, em particular a UP-Maputo, educação, agricultura e defesa, sem descurar outras áreas de interesse mútuo. Para Dressel a cooperação internacional é fundamental para o desenvolvimento das instituições; ʺé nossa missão ajudar os líderes de agora e do futuroʺ, avançou a fonte.

Por seu turno, Jorge Ferrão falou da cooperação frutífera que esta instituição vem mantendo com os americanos que culminou recentemente com a doação de vários equipamentos pela USAD à UP-Maputo que reforçaram a capacidade de resposta institucional nos vários desafios, sejam de âmbito de pesquisa, extensão e inovação.

Com a JICA, uma organização de cooperação japonesa, o foco cooperativo está na área da ciência e matemática, meio ambiente, educação física e desporto, e ensino da língua japonesa. De acordo com Otsuka Kazuki, que falava no encontro com as autoridades da UPMaputo, este dirigente nipónico indicou que o país insular está interessado na expansão da cultura japonesa, particularmente a sua língua.

Referir que o Japão através da Universidade Naruto tem sido um parceiro estratégico da UP-Maputo na formação do corpo docente, com maior destaque para os professores das ciências exactas.

Acompanharam o reitor no encontro com as delegações americanas e japonesas, os vice-reitores, Professor Catedrático José Castiano e Professora Leonilda Sanveca, directores de faculdades e de centro de pesquisa, docentes e corpo técnico administrativo. (X)
GCI–UPM






Quando a linguista Sarita Monjane Henriksen chegou ao campus como bolseira residente da Fulbright (Fulbright Scholar-in-Residence), ficou impressionada com as semelhanças entre a Rutgers-Newark e a sua terra natal, Moçambique.
«Tenho descrito Moçambique como o lugar linguística e culturalmente mais diverso. Mas nada me tinha preparado para o que vi aqui», disse Henriksen, professora na Universidade Pedagógica de Maputo, em Moçambique.
Henriksen descobriu que se falavam quase tantas línguas em Newark como na sua terra natal, onde o português é a língua oficial, mas mais de 20 línguas são faladas em todo o país. Estas incluem línguas africanas — o Banto é a mais difundida — juntamente com o Guzarate, o Panjabi e o Mandarim. Línguas europeias como o espanhol, o alemão e o francês também são comuns.
Em Newark, ficou surpreendida ao descobrir que os residentes multilingues e os estudantes da RU-N falavam muitas das mesmas línguas, para além do inglês. «É o lugar mais diverso onde já estive», afirmou Henriksen. «Newark é realmente o centro para alguém que esteja interessado em questões que tenham a ver com diversidade intercultural e multilingue.»
Na Rutgers-Newark, o ensino e as palestras públicas de Henriksen exploram a forma como as sociedades gerem o uso da língua nas escolas, no governo e na vida quotidiana, um campo conhecido como política linguística.
«A política linguística tem a ver com decisões que são tomadas pelo governo, mas também com as formas como as pessoas usam a língua», disse ela.
Este semestre, Henriksen leccionará dois cursos: um no Departamento de Educação Urbana sobre língua, cultura e poder, e outro baseado na sua investigação em países lusófonos, onde se fala português. Newark é o lar de muitos imigrantes de Portugal e do Brasil.
Henriksen é uma das 25 bolseiras residentes da Fulbright seleccionadas a nível nacional para este ano lectivo. O Programa Fulbright Scholar-in-Residence, parte do Programa Fulbright Visiting Scholar, permite que faculdades e universidades dos EUA recebam académicos internacionais por um semestre ou um ano lectivo completo para melhorar o currículo, apoiar o desenvolvimento do corpo docente e envolver as comunidades locais.
Henriksen, que é sociolinguista, estudou como as transformações políticas de Moçambique afectaram a sua paisagem linguística e educativa. O seu trabalho, que inclui colaborações de investigação, foca-se também na educação bilingue. Ela está a estudar como esta evoluiu nos EUA, partindo do seu conhecimento da diversidade linguística em Moçambique e de como isso se desenrolou nas escolas e nas políticas públicas.
Depois de Moçambique ter conquistado a independência do domínio colonial português em 1975, o português tornou-se a única língua de instrução a nível nacional, embora apenas cerca de 1 por cento da população a falasse como primeira língua. A decisão foi justificada como uma forma de promover a unidade nacional e evitar exacerbar divisões tribais, disse Henriksen. Mas, para muitas crianças, isso tornou a aprendizagem mais difícil.
«A maioria das crianças não tem o português como língua materna, especialmente nas zonas rurais», referiu.
O país utiliza agora um modelo de educação bilingue, onde a língua materna da criança é usada da 1.ª à 3.ª classe, antes de transitar para o português na 4.ª classe.
Ao longo dos anos, as atitudes em relação à língua e à educação estão a mudar. No passado, algumas pessoas acreditavam que era um desperdício de recursos incorporar uma «língua morta» na educação dos seus filhos, disse Henriksen. Mas agora, mais pessoas estão a ver o valor do multilinguismo. A investigação académica e os músicos populares que tocam na sua língua nativa, bem como o papel das igrejas e outros locais de reunião comunitária, mudaram as percepções.
«Eles compreendem que a língua pode tratar-se de preservar culturas, tradições e modos de vida», disse ela.
Henriksen tem observado de perto como a língua moldou a instrução nas escolas públicas de Newark, onde as práticas reflectem uma crescente consciência da inclusão linguística, afirmou.
Os professores trabalham com alunos de muitas origens linguísticas, usam exposições visuais para reconhecer as línguas maternas dos alunos e recorrem a intérpretes ou mediadores linguísticos — por vezes outros alunos — para comunicar com as famílias.
«As escolas têm, em grande medida, protocolos linguísticos onde a educação multilingue é encorajada», disse ela.
O seu trabalho destaca como a política linguística liga as salas de aula em Moçambique às escolas em Newark — e como o multilinguismo pode ser um recurso em vez de uma barreira.
Henriksen aponta para a investigação que mostra os benefícios cognitivos e académicos do multilinguismo. Henriksen, que fala cinco línguas, sabe em primeira mão como ser bilingue ou multilingue pode enriquecer a vida.
«Acredito verdadeiramente que falar línguas expande a nossa visão do mundo», concluiu. «Começa-se a pensar fora da caixa de uma única cultura. As cores do nosso jardim expandem-se. Não é apenas uma cor, mas diferentes formas de olhar para o universo.»
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When linguist Sarita Monjane Henriksen arrived on campus as a Fulbright Scholar-in-Residence, she was struck by the similarities between Rutgers-Newark and her homeland of Mozambique.
“I’ve been describing Mozambique as the most linguistically and culturally diverse place. But nothing had prepared me for what I’ve seen here,’’ said Henriksen, a professor at Universidade Pedagógica de Maputo in Mozambique.
Henriksen discovered there were nearly as many languages spoken in Newark as there are in her homeland, where Portuguese is the official language but more than 20 languages are spoken nationwide. These include African languages–Bantu is the most widespread– along with Gujarati, Punjabi, and Mandarin. European languages such as Spanish, German and French are also common.
In Newark, she was surprised to find that multilingual residents and RU-N students spoke many of the same languages, in addition to English.“It’s the most diverse place I’ve been to,’’ said Henrikssen. ”Newark is really the hub for someone who is interested in issues that have to do with intercultural and multilingual diversity.’’
At Rutgers–Newark, Henriksen’s teaching and public lectures explore how societies manage language use in schools, government, and everyday life, a field known as language policy.
“Language policy has to do with decisions that are made by the government, but also with the ways people use language,” she said.
This semester, Henriksen will teach two courses: one in the Department of Urban Education on language, culture, and power, and another drawing on her research in Lusophone countries, where Portuguese is spoken. Newark is home to many immigrants from Portugal and Brazil.
Henriksen is one of 25 Fulbright Scholars-in-Residence selected nationwide for this academic year. The Fulbright Scholar-in-Residence Program, part of the Fulbright Visiting Scholar Program, allows U.S. colleges and universities to host international scholars for a semester or full academic year to enhance curriculum, support faculty development, and engage local communities.
Henriksen, who is a sociolinguist, has studied how Mozambique’s political transformations have affected its linguistic and education landscape. Her work, which includes research collaborations, also focuses on bilingual education. She is studying how it has evolved in the U.S., drawing from her knowledge of the linguistic diversity in Mozambique and how that has played out in schools and public policy.
After Mozambique gained independence from Portuguese colonial rule in 1975, Portuguese became the sole language of instruction nationwide, even though only about 1 percent of the population spoke it as a first language. The decision was justified as a way to promote national unity and avoid exacerbating tribal divisions, said Henriksen. But for many children, it made learning more difficult.
“Most children do not have Portuguese as their mother tongue, especially in rural areas,’’ she said.
The country now uses a bilingual education model, where a child’s mother tongue is used through grades 1-3 before they transition to Portuguese by grade 4.
Over the years, attitudes toward language and education are changing. In the past, a few people believed that it was a waste of resources to incorporate a “dead language’’ in their child’s education, said Henriksen. But now, more people are seeing the value of multilingualism. Academic research and popular musicians who play in their native language, and the role of churches and other community gathering spots, have changed perceptions.
“They understand that language can be about preserving cultures and traditions and ways of living,’’ she said.
Henriksen has been closely observing how language has shaped instruction in Newark’s public schools, where practices reflect a growing awareness of linguistic inclusion, she said.
Teachers work with students from many language backgrounds, use visual displays to acknowledge students’ home languages, and rely on interpreters or language brokers—sometimes other students—to communicate with families.
“The schools are very much having language protocols where multilingual education is encouraged,” she said.
Her work highlights how language policy connects classrooms in Mozambique to schools in Newark—and how multilingualism can be a resource rather than a barrier.
Henriksen points to research showing cognitive and academic benefits of multilingualism. Henriksen, who speaks five languages herself, knows first hand how being bilingual or multilingual can enrich your life.
“I truly believe that speaking languages expands your worldview,” she said. “You start thinking outside the box of one culture. The colors of your garden expand. It’s not just one color, but different ways of looking at the universe.”
Para acompanhar de perto o decorrer dos exames de admissão, o reitor da Universidade Pedagógica de Maputo (UP-Maputo), Prof. Doutor Jorge Ferrão, escalou esta manhã, 13 de Janeiro, alguns centros de realização de provas de acesso à UP-Maputo, tendo endereçado aos examinandos uma mensagem de encorajamento e boa sorte.

Para o ano académico 2026, a UP-Maputo inscreveu 16128 candidatos. Em comparação com o ano 2025, em que tinham sido inscritos13194, pelo que em 2026, registou-se um aumento de inscrições na ordem de 18,2% correspondentes a 2934 candidatos.

Durante a sua visita aos centros de exames, o reitor esteve acompanhado do vice-reitor, Professor Catedrático José Castiano, do director pedagógico da universidade, Prof. Doutor Eduardo Humbane, e da coordenadora da Comissão dos Exames de Admissão, Mestre Sheila Rangel. Referir que os exames que decorrem nas faculdades da UP-Maputo e em outros estabelecimentos de ensino têm o seu término na sexta-feira, 16 de Janeiro.






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